Parvoeira

A parvoeira de tantos parvinhos,
É de parar a parada,
Quando param os tontinhos,
Perplexos no meio da estrada.

Pensando positivamente, os parvos estão certos,
Estão à espera, bem paradinhos, dos patos patarequitos.
Mas despositivamente, são pelo menos parvinhos,
De tão apardalados no meio da estrada
Parecem uns maluquinhos.

Agustina, 8º ano

Chorar rir brincar

Chorar rir brincar
Brincar cair aleijar
Aleijar no joelho
Joelho magoado
Magoado esta aquele menino
Menino que dantes podia andar
Andar agora não pode
Pode sim recuperar
Recuperar para
Para poder voltar a
A andar correr saltitar brincar rir brincar
Rir de felicidade
Felicidade que é permanente
Permanente é esta aula de português
Português que me deixa doente
Doente por ter de escrever
Escrever todo novamente
Novamente então é assim
Assim rir brincar correr saltitar e andar
Andar para a frente
Frente do quadro
Quadro que é preferido de toda a gente
De toda a gente e de mais alguém
Alguém que nunca se cala
Cala para ensinar
Ensinar a andar correr saltiar rir e brincar.

Estrela, 8º ano

O amor

Por ti fiz tudo
E nada consegui.
Por ti tive medo
e venci
Por ti tinha chorado
mas não esqueci.

Pirilampo Roxo, 8º ano

Poesia com um tema – Animal

Os animais devem ser protegidos
Devemos tratar deles e eles de nós
Para ouvir os seus latidos
Se não os cegos ficam sós.

O lince está em extinção
Pelo mesmo caminho
Irá o leão
Por isso devemos protege-los com carinho.

Margarida, 8º ano

Carinho

Nasce de mansinho,
Alimenta-se de esperança,
Cresce com miminhos,
E sempre se alcança.

Junto aos outros o encontrarás,
Junto do teu coração,
Se não o consegues encontrar,
Não és bom cidadão.

Se o vires a passar,
Agarra-o depressa,
Porque não é todos os dias,
Que ele regressa.

Estrela Azul , 8º ano