1. “100 palavras para uma imagem” é uma actividade / concurso promovido pela Biblioteca Escolar, constante da Plano Anual de Actividades da Escola;
2. A actividade decorre durante o mês de Fevereiro, podendo nela participar alunos de todos os anos de escolaridade, professores, funcionários e outros elementos da comunidade;
3. Os participantes deverão começar por observar as imagens / quadros expostos na Biblioteca e elaborarem um texto original, com o limite máximo de cem (100) palavras;
4. Cada concorrente pode entregar apenas um texto por cada uma das imagens expostas (pelo que deve indicar a letra referente à imagem sobre a qual elaborou o texto);
5. A entrega dos trabalhos poderá ser feita apenas por uma das seguintes formas:
a) por email, para o endereço de correio electrónico: biblosblogue@gmail.com;
b) por correio azul, em postal fornecido pela biblioteca escolar para esse efeito, enviado para Escola Eb2,3/Sec João Garcia Bacelar, (Biblioteca Escolar) Rua das Escolas C+S, 3060-708 Tocha;
Não serão admitidos a concurso trabalhos que não sejam entregues por estas vias;
6. Os textos recebidos serão analisados por um júri composto por dois elementos da equipa dinamizadora da Biblioteca Escolar e por dois docentes do Departamento de Línguas;
7. Os trabalhos serão avaliados nos seguintes parâmetros:
- respeito pelo número limite de palavras permitido;
- correcção ortográfica e sintáctica;
- originalidade, expressividade e riqueza vocabular.
8. Divulgação dos trabalhos e atribuição de prémios:
a) Os trabalhos que apresentem qualidade serão seleccionados e publicados no blogue da Biblioteca (http://biblos-tocha.blogspot.com);
b) Os postais contendo os textos de participação, serão expostos na Biblioteca durante a Semana da Leitura;
c) A(s) turma(s) que registe(m) um maior número de trabalhos entregues receberá(ão) um Certificado de Participação, atestando a adesão dos alunos a este tipo de actividade;
d) Os três melhores trabalhos receberão um prémio surpresa, a entregar durante a Semana da Leitura;
Tocha, 2 de Fevereiro de 2009
REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO - 100 palavras para 1 imagem
"100 PALAVRAS PARA 1 IMAGEM" - Actividade / Concurso de Escrita Criativa
Depois, é só pegar no papel (ou no teclado do computador) e escrever um pequeno texto original, com cem palavras, e enviá-lo por email ou correio azul para a Biblioteca.
Podem participar na actividade alunos de todos os anos de escolaridade, professores, funcionários e outros elementos da comunidade.
O regulamento de participação está afixado na Biblioteca e encontra-se publicado no Blogue da Biblioteca em http://biblos-tocha.blogspot.com/ .
Será que estão sem palavras perante este desafio?
De certeza que não.
Participem e divulguem.
Obrigado.
História de todos nós (continuação)
(...)
-- Mas que se passa aqui? – as palavras da avó ecoaram pelo nevoeiro, num misto de preocupação e curiosidade.
Nesse instante, todos os olhos se voltaram para ela… Tiago, Raquel, André e Melissa nada conseguiam dizer, submersos no mesmo medo: seria este o fim da aventura?
Um delicado roçar contra o mosaico liso do chão quebrou aquele silêncio demorado: a bola Saltitona rodava, lenta e compassadamente, levantando uma brisa leve e com um aroma especial… Cheirava a morango e baunilha! Estrela enterrava o nariz entre as patas e voltava a espreitar, tentava escapar àquele perfume que os seus amigos tanto pareciam gostar. Não eram os únicos… a avó parecia estar enfeitiçada por aquele cheirinho e por aquela bola de sabão, tão grande e reluzente, que se arrastava na sua direcção. Olhava-a fixamente, intrigada e ansiosa por lhe tocar.
Então, a bola mágica parou de rodar a escassos dois passos da avó. André foi o primeiro a perceber o que a avó estava a sentir, por isso, não estranhou ao vê-la esticar o braço com confiança e tocar na bola Saltitona.
-- Parece espuma! É tão fofa! Como é possível? – dizia a avó sorridente.
Nisto o avô deu um passo em frente, receoso.
Toda a vida tinha sido um homem trabalhador, desde pequeno, e os anos como pescador e nas oficinas a cuidar da madeira envelhecida dos barcos pareciam ter-lhe enrugado não só as suas mãos fortes e ásperas, mas também o sonho. O avô já não acreditava no mesmo mundo mágico com que Tiago, Raquel, André, Melissa e até a avó sonhavam. Na verdade, não se lembrava quando tinha deixado de o fazer… Se é que algum dia teria sonhado… Mal ele sabia o que este dia lhe reservava!
-- Não… - foi a única palavra que o avô teve tempo de dizer enquanto entrelaçava a sua mão na da avó, tentado puxá-la para si.
Nesse instante um corrupio de acontecimentos surpreendeu todos: um intenso raio de sol abriu espaço por entre o nevoeiro triste e cinzento, e acertou em cheio na face translúcida da bola Saltitona! O raio de sol e a bola Saltitona pareciam brincar, alheios aos espectadores que contemplavam aquele espectáculo, fascinados. A bola de sabão rodopiava, subindo e descendo no ar, enquanto que aquele raio de sol deixava um rasto doirado ao girar em torno dela.
-- Está a pintá-la! – disse Raquel às gargalhadas, cujo riso se confundia com da própria bola Saltitona.
A bola de sabão mágica já não era mais translúcida, mas de mil cores!
-- Tão linda!… - exclamou André.
Estrela também parecia fascinada e, num pulo,começou a correr desenfreada em direcção à bola…
-- Não! Vais rebentá-la! – gritaram as crianças em coro.
Era tarde demais… Estrela avançava veloz, não ouvia ninguém, até que…
-- Ah! – avó, avô, Tiago, Raquel ,André e Melissa não contiveram os sorrisos! - Estrela tinha penetrado a bola Saltitona e pairava agora dentro dela, levitando no ar enquanto agitava a cauda contente.
A avó e as crianças entreolharam-se com sorrisos matreiros. O avô adivinhou-lhes os passos, mas, incrédulo com tudo o que via, nada conseguia dizer ou fazer. Com passos ansiosos, os cinco correram em direcção àquela misteriosa bola mágica que parecia ter engolido Estrela. Rodearam-na e deram as mãos. A avó foi a primeira a esticar o pé para dentro da bola Saltitona. Nisto, sorriu outra vez e mergulhou! As suas mãos, com confiança e ânsia, puxaram as de Tiago e Raquel que estavam ao seu lado e, por último Melissa e André.
Estavam agora os cinco com Estrela dentro da bola Saltitona, e flutuavam…
-- Ahahahahahahahah…! - os seus risos misturavam-se e ecoavam no ar…
-- Mas…? Como é possível? Não pode ser…. – o avô baloiçava na alegria das gargalhadas quentes das crianças e da avó e, ao mesmo tempo, na frieza do soalho, que o trazia de volta a uma realidade triste, sem espaço para a magia de acreditar…
Mas eram tão quentes, tão apetecíveis aqueles risos…!
-- Anda avô! – diziam Melissa e André.
-- Sim, vem avô! – exclamavam os restantes
Puxado pelas palavras e gargalhadas o avô deu um passo em frente. Começou a caminhar, primeiro depressa, mas, à medida que se aproximava da bola Saltitona, cada vez mais devagar. O chão parecia querer retê-lo, o avô duvidava outra vez…
-- Mas é impossível! Não pode ser… – murmurava ele.
Então, a bola Saltitona começou a subir mais, e mais - as desconfianças do avô afastavam-na…
-- Oh avô vem! Não tenhas medo! É tão bonito aqui! Anda avô! – gritavam as crianças em coro.
-- Anda avô, vem sonhar connosco…! – a avó falava baixinho, como quem conta um segredo, e sorria.
Então o avô acreditou!
Num pulo cheio de força e vontade esticou o braço, e com a ponta dos dedos tocou na bola de sabão multicolor. Tiago, Melissa, André e Raquel equilibraram-se com os pés e com as mãos contra as paredes da bola de sabão e, ao mesmo tempo, perfuraram-na com os braços; o avô agarrou aquelas mãos abertas, prontas para o puxar.
O avô entrou na bola saltitona!
Ela rodou sobre si mesma, estava feliz! Elevou-se no céu na largura de uma coluna de raios de sol que só a iluminava a ela. Subia, subia, subia cada vez mais alto e o céu ganhava um azul cada vez mais forte, só com uma nuvem branquinha aqui ou ali, como algodão doce!
-- Aaah… como é bonito isto cá em cima! – exclamou o avô sorridente.
-- E ainda não viram nada! – disse a bola salitona.
-- Pois eu quero ver mais, quero mais deste mundo maravilhoso! – exclamou André entusiasmado.
-- Sim! - todos concordavam.
Estava então decidido até onde a bola Saltitona os iria levar… ao mundo onde nunca ninguém se cansa de sonhar, ao mundo mágico do arco-íris!
Nesse instante, todos os olhos se voltaram para ela… Tiago, Raquel, André e Melissa nada conseguiam dizer, submersos no mesmo medo: seria este o fim da aventura?
Um delicado roçar contra o mosaico liso do chão quebrou aquele silêncio demorado: a bola Saltitona rodava, lenta e compassadamente, levantando uma brisa leve e com um aroma especial… Cheirava a morango e baunilha! Estrela enterrava o nariz entre as patas e voltava a espreitar, tentava escapar àquele perfume que os seus amigos tanto pareciam gostar. Não eram os únicos… a avó parecia estar enfeitiçada por aquele cheirinho e por aquela bola de sabão, tão grande e reluzente, que se arrastava na sua direcção. Olhava-a fixamente, intrigada e ansiosa por lhe tocar.
Então, a bola mágica parou de rodar a escassos dois passos da avó. André foi o primeiro a perceber o que a avó estava a sentir, por isso, não estranhou ao vê-la esticar o braço com confiança e tocar na bola Saltitona.
-- Parece espuma! É tão fofa! Como é possível? – dizia a avó sorridente.
Nisto o avô deu um passo em frente, receoso.
Toda a vida tinha sido um homem trabalhador, desde pequeno, e os anos como pescador e nas oficinas a cuidar da madeira envelhecida dos barcos pareciam ter-lhe enrugado não só as suas mãos fortes e ásperas, mas também o sonho. O avô já não acreditava no mesmo mundo mágico com que Tiago, Raquel, André, Melissa e até a avó sonhavam. Na verdade, não se lembrava quando tinha deixado de o fazer… Se é que algum dia teria sonhado… Mal ele sabia o que este dia lhe reservava!
-- Não… - foi a única palavra que o avô teve tempo de dizer enquanto entrelaçava a sua mão na da avó, tentado puxá-la para si.
Nesse instante um corrupio de acontecimentos surpreendeu todos: um intenso raio de sol abriu espaço por entre o nevoeiro triste e cinzento, e acertou em cheio na face translúcida da bola Saltitona! O raio de sol e a bola Saltitona pareciam brincar, alheios aos espectadores que contemplavam aquele espectáculo, fascinados. A bola de sabão rodopiava, subindo e descendo no ar, enquanto que aquele raio de sol deixava um rasto doirado ao girar em torno dela.
-- Está a pintá-la! – disse Raquel às gargalhadas, cujo riso se confundia com da própria bola Saltitona.
A bola de sabão mágica já não era mais translúcida, mas de mil cores!
-- Tão linda!… - exclamou André.
Estrela também parecia fascinada e, num pulo,começou a correr desenfreada em direcção à bola…
-- Não! Vais rebentá-la! – gritaram as crianças em coro.
Era tarde demais… Estrela avançava veloz, não ouvia ninguém, até que…
-- Ah! – avó, avô, Tiago, Raquel ,André e Melissa não contiveram os sorrisos! - Estrela tinha penetrado a bola Saltitona e pairava agora dentro dela, levitando no ar enquanto agitava a cauda contente.
A avó e as crianças entreolharam-se com sorrisos matreiros. O avô adivinhou-lhes os passos, mas, incrédulo com tudo o que via, nada conseguia dizer ou fazer. Com passos ansiosos, os cinco correram em direcção àquela misteriosa bola mágica que parecia ter engolido Estrela. Rodearam-na e deram as mãos. A avó foi a primeira a esticar o pé para dentro da bola Saltitona. Nisto, sorriu outra vez e mergulhou! As suas mãos, com confiança e ânsia, puxaram as de Tiago e Raquel que estavam ao seu lado e, por último Melissa e André.
Estavam agora os cinco com Estrela dentro da bola Saltitona, e flutuavam…
-- Ahahahahahahahah…! - os seus risos misturavam-se e ecoavam no ar…
-- Mas…? Como é possível? Não pode ser…. – o avô baloiçava na alegria das gargalhadas quentes das crianças e da avó e, ao mesmo tempo, na frieza do soalho, que o trazia de volta a uma realidade triste, sem espaço para a magia de acreditar…
Mas eram tão quentes, tão apetecíveis aqueles risos…!
-- Anda avô! – diziam Melissa e André.
-- Sim, vem avô! – exclamavam os restantes
Puxado pelas palavras e gargalhadas o avô deu um passo em frente. Começou a caminhar, primeiro depressa, mas, à medida que se aproximava da bola Saltitona, cada vez mais devagar. O chão parecia querer retê-lo, o avô duvidava outra vez…
-- Mas é impossível! Não pode ser… – murmurava ele.
Então, a bola Saltitona começou a subir mais, e mais - as desconfianças do avô afastavam-na…
-- Oh avô vem! Não tenhas medo! É tão bonito aqui! Anda avô! – gritavam as crianças em coro.
-- Anda avô, vem sonhar connosco…! – a avó falava baixinho, como quem conta um segredo, e sorria.
Então o avô acreditou!
Num pulo cheio de força e vontade esticou o braço, e com a ponta dos dedos tocou na bola de sabão multicolor. Tiago, Melissa, André e Raquel equilibraram-se com os pés e com as mãos contra as paredes da bola de sabão e, ao mesmo tempo, perfuraram-na com os braços; o avô agarrou aquelas mãos abertas, prontas para o puxar.
O avô entrou na bola saltitona!
Ela rodou sobre si mesma, estava feliz! Elevou-se no céu na largura de uma coluna de raios de sol que só a iluminava a ela. Subia, subia, subia cada vez mais alto e o céu ganhava um azul cada vez mais forte, só com uma nuvem branquinha aqui ou ali, como algodão doce!
-- Aaah… como é bonito isto cá em cima! – exclamou o avô sorridente.
-- E ainda não viram nada! – disse a bola salitona.
-- Pois eu quero ver mais, quero mais deste mundo maravilhoso! – exclamou André entusiasmado.
-- Sim! - todos concordavam.
Estava então decidido até onde a bola Saltitona os iria levar… ao mundo onde nunca ninguém se cansa de sonhar, ao mundo mágico do arco-íris!
História de todos nós - Umas férias fantásticas (2º Capítulo)
... (continuação)
Todos sentiram um ar misterioso a envolvê-los.
A cadela de olhos arregalados recuou… mas, de súbito, começou a ladrar com toda a força.
Os avós, ao ouvir a Estrela a ladrar tanto, foram ver o motivo de tanto chinfrim.
A bola de sabão ouviu o barulho dos passos dos avós, ela tinha o sentido da audição muito apurado e, imediatamente, desapareceu no nevoeiro.
Quando os avós chegaram ao terraço, apenas viram os netos e a cadelita que não parava de ladrar.
-- O que se passa? – perguntou a avó.
-- Que barulheira logo de manhã! – exclamou o avô.
-- Não é nada só estamos a brincar com a Estrela. – disseram os meninos.
Os avós sentiram algo de estranho e ficaram um pouco desconfiados quanto à resposta das crianças.
A avó que conhecia bem os netos percebeu, logo, que eles estavam a esconder alguma coisa.
-- Bem… vamos embora que eles querem brincar. – disse a avó, piscando o olho ao avô.
Saíram e esconderam-se para descobrir as peripécias em que os netos andavam metidos.
A bola de sabão, não vendo ninguém, regressou e falou para os meninos:
-- Eu sou uma bola de sabão mágica e chamo-me Saltitona.
-- Ah! Mas, mas… tu falas!?
Os meninos nem queriam acreditar que tinham ali uma bola mágica.
A bola riu-se e perguntou-lhes:
-- Amiguinhos gostam de aventuras?
-- Sim. Gostamos muito. – responderam os meninos .
-- Então, se querem conhecer o mundo ou viajar até ao passado, venham comigo.
-- Mas como? Perguntaram, já entusiasmados, os meninos.
-- É só entrarem e dizerem para onde querem ir.
Os avós ao ouvirem isto ficaram preocupados e a apareceram …
E b 1/JI Tocha, 20/11/08
3º/4º Anos Turma Toch9
Nota:
as imagens serão publicadas oportunamente.
Todos sentiram um ar misterioso a envolvê-los.
A cadela de olhos arregalados recuou… mas, de súbito, começou a ladrar com toda a força.
Os avós, ao ouvir a Estrela a ladrar tanto, foram ver o motivo de tanto chinfrim.
A bola de sabão ouviu o barulho dos passos dos avós, ela tinha o sentido da audição muito apurado e, imediatamente, desapareceu no nevoeiro.
Quando os avós chegaram ao terraço, apenas viram os netos e a cadelita que não parava de ladrar.
-- O que se passa? – perguntou a avó.
-- Que barulheira logo de manhã! – exclamou o avô.
-- Não é nada só estamos a brincar com a Estrela. – disseram os meninos.
Os avós sentiram algo de estranho e ficaram um pouco desconfiados quanto à resposta das crianças.
A avó que conhecia bem os netos percebeu, logo, que eles estavam a esconder alguma coisa.
-- Bem… vamos embora que eles querem brincar. – disse a avó, piscando o olho ao avô.
Saíram e esconderam-se para descobrir as peripécias em que os netos andavam metidos.
A bola de sabão, não vendo ninguém, regressou e falou para os meninos:
-- Eu sou uma bola de sabão mágica e chamo-me Saltitona.
-- Ah! Mas, mas… tu falas!?
Os meninos nem queriam acreditar que tinham ali uma bola mágica.
A bola riu-se e perguntou-lhes:
-- Amiguinhos gostam de aventuras?
-- Sim. Gostamos muito. – responderam os meninos .
-- Então, se querem conhecer o mundo ou viajar até ao passado, venham comigo.
-- Mas como? Perguntaram, já entusiasmados, os meninos.
-- É só entrarem e dizerem para onde querem ir.
Os avós ao ouvirem isto ficaram preocupados e a apareceram …
E b 1/JI Tocha, 20/11/08
3º/4º Anos Turma Toch9
Nota:
as imagens serão publicadas oportunamente.
Centenário de Manoel Oliveira (de 24 a 28 de Novembro)
PROGRAMA:
Da Programação para esta actividade fazem parte duas iniciativas distintas, mas complementares:
- Exposição patente ao público na Biblioteca Escolar, de 24 a 28 de Novembro de
2008, no horário de funcionamento deste espaço;
- Exibição do documentário “MANOEL DE OLIVEIRA – O CASO DELE”, seguida de “Conversa com o Professor Fausto Cruchinho” – que terá lugar no dia 26 de Novembro de 2008, das 14.00 às 17.00 horas, no auditório da Biblioteca Escolar (Sala
A2).
______________________
Fausto Cruchinho:
Assistente convidado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.Mestrado em Estudos Cinematográficos e Audiovisuais na Universidade Paris 8-Saint Denis, com a dissertação "Le désir amoureux dans Les cannibales de Manoel de Oliveira". Tem leccionado, entre outras, as disciplinas de Cinema Português e Géneros Cinematográficos, na licenciatura em Estudos Artísticos; Comunicação Audiovisual, na licenciatura em Jornalismo. Membro investigador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - CEIS 20 da Universidade de Coimbra, onde integra o grupo Correntes Artísticas e Movimentos Intelectuais.Membro da Assembleia da Universidade de Coimbra.
Algumas publicações recentes:
2009 – "Pedro Costa: relações de sangue". In P: Portuguese Cultural Studies. Universidade de Utrecht (em publicação) 2008 – "Vai-e-vem: os dois movimentos em João César Monteiro". In Estudos do Século XX. nº 7. Coimbra. CEIS20, pp. 319-335 (em publicação) 2008 – "The Woman in the Shop-Window and the Man looking at her – The politics of the look in Manoel de Oliveira’s oeuvre". In Manoel de Oliveira (coord. Carolin Overhoff Ferreira). Londres. Dekalog (em publicação) 2007 – "Que farei eu com esta espada?". In O cinema português através dos seus filmes (coord. Carolin Overhoff Ferreira). Porto. Campo das Letras. Colecção Campo do Cinema, pp. 135-139 2007 – "A televisão de Roberto Rosselini", In Estudos do Século XX. nº 7. Coimbra. CEIS20, pp. 319-335 2006 – “O cinema didáctico de Roberto Rossellini”, In Estudos do Século XX, nº 6, Coimbra, CEIS20, pp. 369-380 2004 – "João César Monteiro – cosmogonia de um Deus", In Via Latina, Nova série, nº 3, Coimbra, AAC 2004 - "O mal sublime em Abel Ferrara", In Via Latina, Nova série, nº 1, Coimbra, AAC 2003 - O desejo amoroso em "Os canibais" de Manoel de Oliveira, Porto, Mimesis, Colecção Escritos 2002 - "Spirito e materia in Manoel de Oliveira", In Ciemme, nº 141-142, setembro-dezembro, Veneza 2002 - Fernando Lopes - uma mística do olhar. Porto. Mimesis, Colecção Arte Contemporânea Portuguesa. 2001 - Recepção crítica de "Amor de Perdição" de Manoel de Oliveira, Cadernos do CEIS20, nº 2, Coimbra, CEIS20 2001 – “Os passados e os futuros do Cinema Novo - O cinema na polémica do tempo”, In Estudos do Século XX, nº 1, Coimbra, CEIS20, pp. 215-240. 2000 – “Civiltà, mondo e cultura in Manoel de Oliveira”, In Manoel de Oliveira, Turim, Torino Film Festival, pp.243-247. 2000 – “O Conselho do Cinema: notas sobre o seu funcionamento”, In O cinema sob o olhar de Salazar, Lisboa, Círculo de Leitores/ Temas e Debates, pp. 339-355.
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